terça-feira, 6 de abril de 2010

Diferença sutil...


Nós temos a tendência de sempre nos acharmos injustiçados, até mesmo vítimas do mundo. Não é um defeito específico de algumas pessoas, é uma espécie de "8º pecado capital".

Existe uma diferença sutil que separa você de ter uma característica física, ou de personalidade, que propicia chacotas em uma determinada fase de sua vida, ou em determinadas situações. E você ter uma característica física, ou de personalidade, que te traga limitações sociais, discriminação de fato. Mas todos nós temos a infeliz tendência de achar que somos os mais sofredores, os mais discriminados, os mais atacados e com isso esquecemos de algo que mudaria o mundo, que é nos colocarmos um pouco no lugar do outro e tentarmos entender porque ele age dessa ou daquela maneira. Às vezes uma reação que parece absurda, pode ter vindo de traumas pesados, situações limites.

Condescendência e altruísmo melhoraria muito esse planeta! É eu sei, nem parece um post feito por mim, juro que não colei de ninguém... rs... Mas é que certas coisas me fazem parar pra pensar, mais do que já penso normalmente...

11 comentários:

Marcelo Mayer disse...

os pais que o digam. sempre se fazem de vítimas

DESASSOSSEGADA disse...

ah tipico do ser humano achar q tudo o q acontece com ele é a pior coisa do mundo.

Assim como julgar os outros pela aparencia ou modo de agir sem conhecer tbm é algo que a maioria faz.

As vezes perdemos de conhecer pessoas otimas, cultas, pessoas do bem, apenas por achar algo nela estranho.

bjos

Robson Schneider disse...

hahahaha não resistiu né ?!foi até sutil! achei que ia falar com força dos "discriminados sem causa" hahahahaha

Bjo querida,to rindo até agora do seu depo no orkut hahahaha

Essa mulher tinha que se candidatar a alguma coisa...

Marcos disse...

Mea culpa! mea culpa!mea máxima culpa! Quem não curti ser um pouco vítima? Sentir dó de si mesmo? O mundo conspirando contra si.

Atitude...substantivo feminino. disse...

Algumas pessoas tem um umbigo muito grande.
Kisses ácidos!

Natália disse...

Isso parece até post da psicologia hein....bjos

lpzinho disse...

Uma vez, desabafando com uma amiga travei geral. Parei de falar, mesmo nem sendo nada assim tão importante. Foi a primeira vez e já faz mto tempo isso... a primeira vez que e me peguei pensando nisso tudo!! E me achei tão burro por querer desabafar por algo, como se o meu falar fosse mais importante a ponto de precisar que alguém me ouvisse.
Ou melhor... talvez fosse alguém que precisasse desabafar algo sério, ou simplesmente ouvir algo de positivo. Comecei a rever mto a vida neste aspecto.. até criei uma figura de linguagem pra exemplificar o caso: "Desabafar é bom, desde que seja apenas uma vez. Senão vira ato continuo e doentio, muleta repetitiva sem fim... Desabafar equivale a tomar uma aspirina, em casos onde é imperiosa a cirurgia pra extirpar o mal".... aff, escrevi demais!
Detesto pagar de vítima!
Beeeeeeijos Dama LINDA! =]

J@de disse...

Por mais que a gente se sinta injustiçada é preciso ter noção né?
Será que só a gente nesse mundão inteiro é que sofre? O que eu melhor aprendi nessa vida foi me colocar na vida dos outros, só assim que a gente pode compreender...
Beijos!!

Jean Valjean disse...

Aqui me senti incluído.
Sempre fui feio como o cão, e por isso tinha vergonha de ir às festinhas da escola, etc. Com isso, ficava trancado em casa e estudava. Lia, estudava as matérias que vinham sendo dadas, etc.
Nunca nenhuma menina fez questão de me chamar para festa alguma. Eu não era incluído nas brincadeiras da escola, enfim, uma série de coisas gostosas que as crianças fazem eu não fazia.
Acabei por começar a viver, mesmo, só quando entrei na faculdade, pois aí já havia me assumido como era: sou feio? sou, pronto. Se gostar, muito que bem; se não, tudo bem também.
Mas a reflexão é excelente, porque se os pais já ensinassem aos filhos, desde a infância, a tratar melhor as minorias, ou os 'diferentes', whatever, o mundo seria, sim, bem melhor.

Gisley Scott disse...

Acho que a pior deficiência que podemos ter não é a física, mas sim a mental[como vemos a si mesmos e como temos essa mania horrível de nos compararmos com os outros] e emocional[quando permitimos aceitar que seremos eternamente escravos do que foi feito à nós.Dirigimos um carro que possui um vidro enorme mostrando a estrada, mas insistimos em ficar olhando pelo retrovisor, para a vida ficou pra trás].

SAL disse...

isso é importatíssimo! e mais, esse seu ponto de vista pode mudar a direção da vida de alguém viu, Dama!!!

eu conheço muita geeeente que precisa de um sacode pra não definhar nas suas proprias culpas... vou até mandar o link do seu blog pra uma prima! já q Sal de casa não faz milagre né?! hehehe

bjooo