sexta-feira, 18 de março de 2011

Esse post é só para as meninas!

Vou fazer um post bem mulherzinha, mas como vem de mim, não poderia ser algo, tipo assim, guti guti, fofinho... eheheh...

Vou indicar dois sites bem legais, um é o canal no Youtube da Paola Gavazzi, Truques de Maquiagem. Meninas, ela dá dicas ótimas de beleza, de uma forma fácil e extremamente divertida. Sabe aquela mulher que se demorasse mais um pouco nascia drag? É ela! Super engraçada! Dou mais risada com os vídeos dela do que com programas humorísticos.
Adoro essas "mulheres-bichas", mas nunca consegui fazer esse estilo. Claro, que vai ter gente que não vai achar graça nenhuma, mas as dicas, garanto que são boas. Só com ela aprendi a fazer com a sombra o côncavo nos olhos e dá certinho. Vídeo abaixo.



O outro site que indico é um blog delicioso, excitante, nesse estilo nunca vi tão bom para nós mulheres, não aconselho aos homens irem espiar, a não ser que sejam gays ou queiram se comparar... ahahah... Ahhh e também não indico para as puritanas e para as religiosas, que a religião não permite.

Vamos lá é o blog Os Homens de Ana Paula. Eu como boa admiradora de pornôs e fotos eróticas masculinas, achei tuuuuudo de bom! Confiram, acompanhem, se deliciem!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Ancioso e concerteza, ninguém merece!

Conheci os vlogs através do Felipe Neto, mas acabei acompanhando mesmo o PC Siqueira, acho que ele faz mais o meu gênero. Sei lá, parece mais autêntico, mesmo que alguns vídeos que faça sejam bobos de doer. Alguns, termino de assistir e juro nunca mais verei outro. Mas gosto do PC, e sei que mais adiante vai vir algo legal. Ele é um cara inteligente e tem uma visão de mundo interessante.

Esse vídeo que vou colocar abaixo e quase todos que passarem por aqui não vão ver, porque quase ninguém assiste vídeos postados em blogs. O PC Siqueira comenta sobre a palavra "ansioso" e o termo "com certeza". Por que diabos as pessoas cismaram de substituir os S de "ansioso" por um C, passando a escrever "ancioso"? De onde surgiu esse C, gente?! E o tal termo "com certeza" que cismaram de juntar e enfiar um N, deixando "concerteza"?

Olha tem erros que a gente passa por cima, porque são esporádicos, uma ou outra pessoa se engana. Eu mesma escrevo palavras erradas, às vezes por não saber, outras vezes por falha na revisão. Mas geralmente erro em palavras que não usamos muito. A maioria das pessoas erram em palavras pouco utilizadas, porque como não temos costume de vê-las escrita, não temos uma referência. Claro que estou falando de nós, simples mortais que não somos professores de português... rs

Agora errar "ansioso" e "com certeza" é algo que me deixa doida! Porque isso é direto na internet!

Aconselho a todos terem um dicionário on line. Quando tiver dúvida, dê uma olhada, para não acontecer isso, de um erro ir crescendo dessa maneira!

Bem... No vídeo, ele fala da tragédia do Japão do absurdo de se fazer piada com algo tão triste, dentre outras coisas. Agora, quem quiser saber, que veja o vídeo... rs

terça-feira, 8 de março de 2011

Esse tal Dia da Mulher me cansa!

Lendo o esse post da Keila, ele me deu os elementos que precisava para expressar o que acho desse Dia da Mulher!

- Se a gente expressa nossos desejos sexuais, somos piriguetes. Se não expressamos desejo sexual, somos frígidas.

- Se não gostamos de trabalhos domésticos, somos preguiçosas. Se gostamos de trabalhos domésticos, somos antiquadas.

- Se não fazemos depilação, unha, cabelo e andamos em cima de um saltão desconfortável, somos relaxadas. Se fazemos tudo isso somos fúteis.

- Se fazemos a linha certinha, somos dissimuladas. Se falamos palavrão não temos classe. Se damos gargalhadas altas somos escandalosas.

- Se estamos solteiras, somos encalhadas. Se estamos casadas temos que render obediência a um "dono".

- Se somos bem sucedidas no emprego, somos uma ameaça. Se ganhamos pouco, estamos atrás de um marido rico.

- Se expressamos nosso mau humor estamos na TPM. Se expressamos alegria, alguma coisa tem de errado.

Não é nada pessoal, nem dirigido a ninguém especificamente. Mas alguém pode me dizer porque estão nos parabenizando pelo Dia da Mulher?! Tá bom! Eu sei o significado das mulheres que foram queimadas na fábrica, blá, blá, blá. Mas quero valorização da mulher em todos os dias do ano. A começar pelas próprias mulheres em relação umas as outras. Caso contrário, não me venham cumprimentar por não poder existir da forma como desejo, sem que para isso precise receber um adjetivo pejorativo!

Pronto falei!!!!!

sábado, 5 de março de 2011

Não importa quem despertou, mas o que foi libertado...


Eu vinha de uma fase longa bem racional. De repente meu lado emocional, romântico mesmo, foi libertado novamente. E o que fazer com ele? Parecia tão forte, tão perturbador, tão bom e tão ruim ao mesmo tempo. E do mesmo jeito que foi libertado, foi desencantado... rs..

O que quero evidenciar nesse posts não é quem despertou esse lado, isso não importa mais, mas o que foi libertado. Algo que julgava controlado, quieto, e que se um dia ressurgisse seria calmo e maduro. Não, não existe maturidade para sentimento, a gente sente simplesmente e não importa a idade, nem a nossa vivência...

Se abrigar no eu racional é tão seguro, fácil. Temos todas as respostas, temos todas as soluções e tudo parece tão simples. Aí o eu emocional se liberta e bagunça tudo, como uma criança levada. Uma vez solto, como contê-lo? Como sossegá-lo? Como colocar limites?

Assim me sinto, como algo tivesse escapado na minha racionalidade, como um animal veloz que é quase impossível alcançar. E fico desejando encontrar um cara legal. Não para casar... ahahah... aí também é perder totalmente a razão... ahahah.. Mas um cara legal para gostar. Para exercitar isso que está no ponto. E é idiota ficar dizendo isso, já que mais da metade da população feminina do país anda querendo a mesma coisa... rs... A diferença é que apenas desejo, não necessito disso, como vejo muitas mulheres implorando por um homem como quem se afoga no mar. Afinal, dignidade em primeiro lugar, sempre!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Minha internação...


Lendo esse post da Patrícia me deu vontade de escrever sobre uma internação que passei por conta do vício de álcool e drogas.

Um dia acordei completamente alterada, o vício de drogas me consumia. Minha mãe lavava roupa e eu peguei uma das garrafas de vodka que escondia por todo meu quarto. Nessa época tinha 23 anos. E comecei a tomar vodka e engolir comprimidos. Até que num certo momento, depressão, álcool e drogas me fizeram enlouquecer. Eu coloquei o som no volume mais alto e dançava. Minha mãe tentava abaixar o som e eu não deixava. Estava agressiva como um bicho. Minha mãe chamou meu irmão que morava no mesmo prédio, já casado ele veio junto com minha cunhada. Nenhum deles conseguiam chegar perto do som, porque eu atirava coisas e tranquei a porta do quarto.

Mais tarde ouço a voz do meu pai do lado de fora. Todos falando comigo para abrir a porta que iriam me levar para um lugar para que que eu descansasse e fizesse uma sonoterapia.

Abri a porta, fiquei mais calma e concordei. Lá fomos nós para o tal lugar. Me internaram num hospital público aqui do RJ, que tinha uma fama bem ruim. Quando cheguei na minha ala. Vi que não era sonoterapia, mas pura internação mesmo. Enlouqueci e corri pelo corredores e me atirei numa janela cheia de grades. Dois enfermeiros correram me agarraram e me doparam com uma injeção...

Quando acordei, estava dentro de uma espécie de galpão. Cheio de camas. Muitas mulheres estranhas, umas falavam sozinhas, outras estavam catatônicas. Um lugar que mais parecia um presídio daqueles bem feios. E tinha uma grande porta de ferro. Que era a nosa única comunicação com o exterior. Então ficávamos todas batendo naquela porta, e ninguém aparecia. Fui ao banheiro que mais parecia um chiqueiro, eram fezes e urina para todos os lados. E uma mulher tinha vomitado e estava deitada dentro do vômito. Uma cena deprimente até para nós que estávamos com nosso estado de consciência alterado. Eu andava por aquele longo corredor que tinha uma lampada fraca. A noite tudo ficou muito escuro. E as pessoas mais alteradas, umas em abstinência, outras já em processos psicóticos.

Começamos desesperadamente a bater na porta até que veio 3 enfermeiros, abriram a porta e mandaram a gente parar. Jogaram um saco de cigarros quebrados e que já tinha sido fumados e apagados, e acenderam um. Todas nós feito bichos, jogamos aqueles cigarros no chão e ficamos escolhendo os melhores pedaços e fumando e não poderíamos perder o fogo, senão não teria como acender.

No dia seguinte passaram todas nós para uma sala onde tomamamos um monte de comprimidos, café com leite e pão sem manteiga. Percebi que tinha uma porta aberta que dava para uma escada. Não pensei duas vezes, desci as escada e corri, corri como nunca na minha vida. Mas aqueles enfermeiros pareciam atletas, eram enormes musculosos e corriam muito, me pegaram e me jogaram no chão. E me retornaram para a "cela".

Fiquei semanas naquele lugar. Pela manhã sempre nos passavam para uma sala que uma mesa de psiquiatras perguntavam bobagens e nos mandavam de volta para "cela".

Depois de um tempo você perde a noção de tempo. E meio que fica morta por dentro, anestesiada. Todo o mal estar por abstinência das drogas que usava, se misturavam com aquele ambiente horroroso.

Um dia meus pais me libertaram daquele lugar. Nem eles sabiam o quanto aquilo seria ruim.

Não foi por isso que parei de me drogas, voltei às drogas e ao álcool e só mais tarde quando tinha acabado com toda minha vida, é que escolhi por conta própria fazer o caminho de volta.

Hoje em dia dou muito valor a vida que construí. Tem anos que me libertei das drogas, o álcool nunca foi meu problema principal, na verdade acho que o problema todo residia no minha postura autodestrutiva diante da vida. Não saí de tudo isso porque sou fodona, mais forte que os outros, blá blá blá. Todos nós temos dentro de nós a força que precisamos para recomeçar, é só querer e se determinar a isso.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Os dias ruins...

Tem dias na nossa vida que sentimos um vazio tão grande que é como se um buraco se abrisse no peito e pudéssemos olhar nossa alma atormentada, árida, insatisfeita. Nessas horas nada que digamos para nós mesmos faz aquele buraco fechar. É algo psicológico mas parece físico, dói. O buraco imaginário no peito parece deixar nossa vida, nossa energia escoar...

Nesses momentos meu lado negro se liberta, aquele que tranco num compartimento bem seguro da minha personalidade, porque ele é poderoso. Já me fez fazer tantas besteiras, até que conseguisse ficar mais forte que ele. Nesses momentos pensamentos autodestrutivos me dominam completamente, a vontade de morrer é enorme.

Sempre tive muita vontade de morrer, até por conta disso já tentei o suicídio algumas vezes. Acho que por pensar demais. Penso tanto, mas tanto e não consigo parar minha mente, fico tão cansada de existir que quero da um stop em tudo. E parar tudo nas minha sensações mais primitivas, significa morrer.

Hoje em dia convivo com essa vontade de morrer. Ela fica trancada no mesmo compartimento que meu lado negro. Me tornei mais forte que os dois. Quando eles se debatem muito, descobri que dormir é a melhor solução. Quando dormimos, "morremos" por algumas horas para voltar com o ânimo renovado.

Ontem a noite, estava assim, numa luta feroz com o lado negro e a vontade de morrer. Mas hoje eles estão trancadinhos. Mas fica aquela sensação de ressaca na alma.

Ontem vendo a novela das nove escutei essa música. E quando acabei de ver a novela vim para o PC, abri o vídeo e fiquei dando replay. Acho que ouvi umas 50 vezes... rs...


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

As melhores coisas vem de onde não se espera!


Já reparam que os acontecimentos mais legais da nossa vida vem de onde menos esperamos? Se não é assim com você, comigo é quase constante.

Tem aquele passeio super legal num lugar que você já foi e sabe que é muito bom. Aí a gente passa a semana toda se arrumando e sonhando em como vai ser bom, em como vamos nos divertir e que vamos conhecer gente legal. Quando chega o dia, o lugar tá uma chatice, o passeio não funciona, as pessoas são enjoadas, tudo é monótono e voltamos com aquela decepção engasgada na garganta. No entanto, num sábado à noite que você tá em casa de pijama, e alguém liga chamando para uma festa. Você se aborrece por ter que se arrumar, vai sem nenhuma expectativa e é uma das melhores festas dos últimos tempos...

Conhecemos um cara tudo de bom, ou no caso dos meninos, uma garata linda e interessante. A gente investe, acha que vai ser tudo bom, sonha com a pessoa, faz planos e logo em seguida vem um banho de água fria. Aquela pessoa não é nada do que a gente pensava. Se era um homem, virou um sapo, se era uma mulher virou uma galinha choca. Aí um dia você tá num lugar tomando um chopinho com os amigos e alguém da mesa te apresenta uma criatura nada a ver, começa a conversar contigo e o encanto surge do nada e se tornam namorados.

Essa é bem para mim. Escrevemos aquele texto que achamos que vai bombar no blog, que todos vão gostar, que é a coisa mais fantástica que escrevemos, a sacada que ninguém teve. Postamos e ficamos esperando o retorno e nada acontece, comentários desanimados. Aí publicamos um texto daqueles que escrevemos correndo antes de sair para o supermercado, cheio de erros, de palavras faltando, porque não deu tempo de corrigir e o povo adora, elogia, um monte de comentários animadores.

A vida é assim, minha gente! Cada vez mais tento não esperar, sonho, mas tento não criar muitas expectativas, porque sempre que as crio, fico esperando o balde de água fria!