sábado, 13 de novembro de 2010

Eu falo palavrão!


Eu nasci numa família que fala muito palavrão! Mas é de um jeito normal, assim numa conversa em família vão saindo todos os tipos de palavrão como se fossem termos normais a serem utilizados. Meu irmão e meu pai conversando parecia um show de palavrões. E assim eu cresci no meio disso, como se fosse algo natural. Mas não me sentia à vontade de ser como eles, enquanto morei lá. Nunca falei palavrão na casa dos meus pais!

Outra coisa que achava curiosa é que meu irmão e meu pai andavam pelados pela casa, sentavam na sala pra ver tv, nus. E isso para mim se tornou algo normal, tanto que era como não os visse pelados, apenas estavam daquele jeito, como poderiam estar com um short, uma cueca, tanto fazia. Mas eu e minha mãe não andávamos sem roupa. Mais uma coisa que via como normal, mas não fazia.

Bem voltando a questão dos palavrões. A nossa criação em algum momento nos afeta. Depois de adulta, passei a falar muitos palavrões quando estou aborrecida! Muitos mesmo. Se estou indignada com algo, vai um monte de palavrões; se me aborreço com aguém, mais outros e assim se tornou meio que comum para mim falar palavrões, mesmo que sinta lá no meu íntimo que não é legal. Não uso palavrões em conversas normais com as pessoas que não tenho muito intimidade. Mas uso com aquelas que tenho mais intimidade.

Não é algo que esteja em mim de forma natural, como vejo em muitas pessoas que a cada cinco palavras, uma é palavrão e nem sentem isso. Eu sinto que estou falando palavrão, principalmente se a pessoa com quem estou conversando não fala...

No meu trabalho o povo estranha demais. Porque só eu e um outro rapaz é que falamos muitos palavrões quando ficamos aborrecidos! Não é que eu esqueça que estou no trabalho é porque saí e depois já foi... não tem como "desdizer".

Aqui no blog, volta e meia uso uns palavrões, também quando quero dar ênfase a uma indignação, mas aí é uma escolha minha fazer isso. Estou vendo claramente que é um palavrão e que muitas pessoas não gostam. Mas acho hipócrita não colocar aqui, já que faço isso no meu cotidiano. Então assumo os palavrões que falo.

Depois que escrevi esse post o achei tão idiota. Mas vou publicar assim mesmo... rs

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Machismo me cansa!

Não! Eu não vou dar uma de feminista chata e ficar dizendo o quanto o machismo é chato, o quanto ele atrapalha e atravanca a vida de mulheres como eu, que vivem sem entender o porquê de muitas mulheres ainda se submeterem aos homens como se fossem seus donos. Não vou comentar sobre mães que continuam criando seus filhos com conceitos machistas e clamam por igualdade na rodinha de amigas.

Ainda acho que a mudança de tudo isso está nas nossas mãos, de nós mulheres, que enquanto não nos conscientizarmos que não somos nem melhores, nem piores que os homens, apenas seres diferentes deles e merecemos o mesmo respeito. Já que os deveres estão aí, iguais pra todos! Iguais? Se bobear os nossos deveres só aumentaram...

Bem não vou tocar nesse assunto, apesar de já ter tocado... rs... Vou contar algo que aconteceu ontem, enquanto aguardava minha consulta médica:

Uma família, pai, mãe, filho e avó, espera a consulta do pai. Aí o garotinho que deveria ter uns 10 anos. Pega uma revista, mostra para o pai e diz:

- Pai essa atriz era casada com aquele cara moreno. Lembra? Agora ela está casada com fulano e o cara deixou ela posar nua!! Que absurdo!

Se um garoto de 10 anos, no mundo que vivemos, constrói essa frase usando a palavra "deixou" e os pais acham natural. Prefiro não pensar mais nisso como um todo e olhar somente para minha vida. Assim não me aborreço!

P.S.: A minha querida Elaine Gaspareto, depois de eu reclamar da letra dos meus posts nesse blog, que ficaram pequena. Ela achou um recurso que achei fantástico! Ali em cima do meu pefil, no canto superior direito da sua tela. Você pode escolher o tipo de letra e o tamanho que quer ler meus post. Muito foda isso... eheheh. Obrigada, Elaine! Você sempre me socorrendo!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Layouts novos e agradecimentos!


Beneficiada pelo "Me chama que eu vou!" da Elaine Gaspareto, o layout desse blog e do Confissões Ácidas foi modificado. O que me deixou feliz, porque se depender do meu conhecimento de html, meu blog fica 30 anos com a mesma cara... rs

Bem, eu já disse aqui mas vale relembrar, que a idéia acima da Elaine , tem o objetivo de arrecadar contribuições para o Adote um Focinho Carente, projeto que ajuda os animais necessitados. Ela oferece seu trabalho mudando layouts em troca de depósitos para esse projeto.

Eu que já amoooo animais, achei a idéia demais! E resolvi por conta própria ajudar sempre o Adote um Focinho Carente.

Quero deixar aqui meu enorme agradecimento à Elaine! Que teve paciência com todos meus pedidos. Já que esse blog aqui foi completamente modificado por ela, mas no Confissões Ácidas eu quis que muito do visual antigo permanecesse, então até encontrar um ponto em que se deixasse certas coisinhas e mesmo assim parecesse que tinha mudado, foi algo bem conversado pelos emails.

Indico completamente a Elaine, eu já gosto dela e vendo o quanto ela foi gentil, virei mais fã ainda... eheheh

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Lya Luft - exemplo de envelhecimento


Sei que temos vários exemplos na nossa sociedade de pessoas que já poderiam ser consideradas velhas, mas não carregam esse título de forma pejorativa. São pessoas que se libertaram, transcenderam, vivem suas vidas normalmente independente da idade que tem. Infelizmente essa parcela é uma minoria, ainda, e um exemplo dessa minoria é a escritora Lya Luft.

Dia desses vi uma entrevista da Lya no programa da Marília Gabriela, e fiquei encantada com aquela senhora de 72 anos, tão lúcida, com opinões tão atuais, com uma vida tão ativa, acompanhando as mudanças que ocorrem ao seu redor. Comparando com minha mãe, que praticamente está meio inválida, não por doenças degenerativas, mas por estagnar em algum lugar do tempo. A mente não funciona mais, não porque falte condições para isso, simplesmente porque houve uma desistência em acompanhar o mundo e sua evolução. E tantos e tantos velhinhos que estão exatamente na mesma situação, reclamando de tudo, num mundinho pequeno, totalmente voltados para o passado.

Já que envelhecer é inevitável, a não ser que eu morra antes disso, quero muito continuar sempre acompanhando o mundo. Não quero parar no meio do caminho. Não desejo ser uma Suzana Vieira que acha que pode voltar aos 20 anos com plásticas, mas uma Lya, consciente que é possível ter dignidade, respeito e admiração em qualquer idade...

E para fechar, um trecho de um texto da Lya Luft, que só quem chegou na idade que ela está, pensando e agindo como ela, é que pode ter autoridade pra escrever isso, sem que pareça um texto de autoajuda.

"...Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça, seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer."
(Lya Luft)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Amy Winehouse voltando! Êbaaaa!


Parece que Amy está se libertando finalmente desse maldito vício das drogas! Ou pelo menos se não se libertou totalmente, está pegando leve. E temos aí música nova, que vazou e já pode ser achada pela internet.

Soube de tudo isso pelo Blog do Rafael, que fez um post sobre ela, ontem. Fiquei super contente, porque acho que a Amy é uma das mais belas vozes que surgiu nos últimos tempos, ela pode ter envolvimento com drogas, escândalos, podem dizer o que quiserem dela, menos que não tem um puta vozeirão, daqueles que eu adoraria ter!

Particularmente gosto muito de suas músicas e estou doida para ouvir o novo CD, DVD e tudo mais que vier! Já baixei a música "It's My Party" e estou roxa de tanto que já escutei... rs...

Quem quiser conferir aí vai:



A quem interessar baixar a música, é aqui.

Sakineh morrerá amanhã! Ajude a divulgar!

Li o post abaixo no blog da Tatiana, Vida Bicultural e estou repassando, porque acho um absurdo que esse tipo de coisa ainda aconteça hoje em dia... Sem tempo para explicar o que acho disso na sua totalidade, mas repasso:

"DIVULGUEM!!!!!!!!! ABAIXO O TEXTO DIRETO DO JAPÃO, escrito por: (LOLIPOP). SAKINEH MOHAMMADI - ASHTIANI - PARA TODAS AS BLOGUEIRAS E BLOGUEIROS!

Lembram-se da SAKINEH?

Aposto que sim. Vi este rosto em muitos blogues, assinaram-se petições para evitar que esta Iraniana, acusada de adultério, fosse barbaramente condenada á morte por apedrejamento. Aparentemente os carrascos cederam. Falou-se até numa possível libertação. O caso Sakineh deixou de ser lembrado e comentado. Afinal de contas são tantas as causas a que temos que responder, e o Irão fica tão longe...Pensámos que tínhamos ganho uma vitória contra a barbárie. Mas os bárbaros estavam apenas á espera que a opinião pública internacional se cansasse, se calasse.

Depois, calmamente calaram as vozes internas mais preocupantes. O filho e o advogado de Sakineh foram presos a 10 de Outubro. Desde 11 de Agosto que as visitas foram proibidas, e o regime fabricou, na sombra, um novo cenário, anunciando que "de acordo com as evidências existentes, a sua culpa (de Sakineh) foi confirmada". Culpa? Que culpa é essa, que a fez ser punida com 99 chicotadas? Que culpa pode condenar alguém a uma morte cruel, desumana, atroz? Que culpa lhe atribuem para não a apedrejando, ainda assim a enforcar?

Foi contra isso que nos manifestámos, esquecendo que devíamos ter ido até ao fim pressionando, exijindo que a libertassem.

Hoje, fui alertada. Procurei na net. Está aqui, e aqui, em vários sites. Foi dada ordem para a execução de Sakineh, por enforcamento. A data indicada é amanhã, 3 de Novembro.

Temos 24 horas para usar os nossos blogues, as nossas vozes, para mostrar que não esquecemos Sakineh, que estamos atentos e que denunciamos não só a barbárie mas também a injustiça.

Sei que posso contar convosco!!!!!!!!!!!"

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Katherine - The Vampire Diaries

Vejo várias séries americanas, umas gosto mais que outras. Mas definitivamente a série que mais me encanta no momento é The Vampire Diaries.

Gosto de tudo que se relacione com vampiros, séries, filmes. Gosto desse vampiro moderno, sedutor, com força e rapidez além do humano, capacidade de hipnotizar, seduzir suas vítimas e acima de tudo a juventude eterna. Das fantasias que são apresentadas essa é a que mais me seduz...

Quando comecei a ver True Blood, que também é uma série sobre vampiros, fiquei encantada. Mas a segunda e terceira temporadas, não foram tão boas quanto a primeira. Já com The Vampire Diaries, aconteceu o inverso, a primeira temporada foi algo " Crepusculiano", com aquele vampiro bonzinho apaixonado pela mocinha e tal.

Na segunda temporada chegou a Katherine, que é a vampira vilãzona. Gente! Vampira e vilã eu me apaixono... ahahah... Ela é uma daquelas vampiras poderosas e maquiavélicas, que está sempre um passo a frente de todos. A mesma atriz que interpreta a mocinha, interpreta a vilã. E eu adoro essas duas faces de uma mesma moeda, sempre gostei disso...


É a série que mais me empolga, a que mais espero para ver. Talvez a que mais gostei até hoje, pela efeito que tem sobre mim...

Fica como indicação para quem curte!


P.S. Para quem pensa que sou só reclamação com as coisas da alma e da mente. Escrevi um post sobre o drama com meu cabelo, para o blog da Vaneza. Confiram aqui.